Houve uma vez um "caderno de coisas bonitas" numa época em que não havia muitas coisas bonitas pra se guardar nele. Hoje ele é um abismo, mas eu é que o encaro de volta. E meu eco nas paredes desse abismo só me mostra o quão cheio eu sou de mim mesmo.
Pensei ter medo do Vazio, mas só tenho medo do estanque.
Como é frágil a linha do embrulho que protege a sanidade.
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